Em Anápolis, neste último fim de semana de agosto, acontece a etapa municipal da II Conferência Nacional de Juventude. Como marco referencial da sorte de realizações lançadas pelo governo federal, a começar da era Lula, o intuito de conferências desta estirpe é a propositura de debates que definam as diretrizes e reflitam quais sejam as necessidades que demandem políticas públicas efetivas, engendradas no seio do povo e da sociedade civil.
Ora, se somos nós, o povo, os titulares do poder num Estado Democrático de Direito; se advém de nós mesmos a legitimidade para constituirmos as autoridades, quer governamentais ou meramente burocráticas; se somos nós que mantemos toda essa estrutura da coisa pública que criamos e aparelhamos para nos organizarmos; então, por que é que nós, enquanto povo e sociedade civil, não poderíamos participar direta e efetivamente da elaboração de políticas públicas que, em tese, dirigem-se, buscam atingir a nossa própria cotidianidade e realidade social?
Sensibilizados a questões nevrálgicas como estas, é que gestões de cunho eminentemente democrático e popular realizam as Conferências, nas etapas municipais, regionais ou nacionais. Assim, o Estado passa a exercer um papel ainda mais responsável e comprometido com a oitiva das opiniões que levantam as problemáticas e as soluções do prosaico de diferentes e representativas pessoas/lideranças/setores que, juntos, reverberam a voz da sociedade. Outrossim, são através de fóruns permanentes, de diálogos estreitos dos governantes com seus governados que as atividades estatais ganham maior inserção e densidade, consolidando, materialmente, o que a doutrina conhece por supremacia do interesse público.
É por meio de conferências como estas que diferentes entes estatais tem acertado em suas bandeiras. No caso da juventude, a atual Administração da Prefeitura Municipal de Anápolis elenca uma série de ações que atendem ao aspecto geracional desta casta social. Insta que a juventude requer um cuidado para si hoje, mas também exige um caráter permanente na desenvoltura de políticas que perpassam o rótulo taxativo dos governos e tangem as agendas de Estado. Derradeiro, os jovens de hoje podem não ser mais jovens amanhã, mas eis que jovens sempre exsurgem, e, bem por isso, alguns trabalhos são dignos de nota: Esporte Para Todos; Programa de Erradicação do Trabalho Infantil; Qualificar; ProJovem Adolescente; Cidadão do Futuro; ProJovem Trabalhador; Telecentro Comunitário; Excelência em Matemática; Expresso Digital; Casa Brasil; Centro de Recondicionamento de Computadores; Eu Faço Parte da Escola em Rede; ProJovem Urbano e tantos outros que nasceram nesse invólucro, nesse canal aberto e acessível que tem transformado e alcançado profundas mudanças históricas em Anápolis e em todo o Brasil.
Por fim, com relação a Conferência da Juventude que chega batendo às portas de Anápolis, ficamos na expectativa de que novos rumos, novos horizontes, novos caminhos e novas ideias possam bonificar essa gente que é o nosso futuro tão próximo e esperançoso de lograr aquilo que tantos, por tanto tempo vem claudicando: uma sociedade justa e solidária é possível!
Ora, se somos nós, o povo, os titulares do poder num Estado Democrático de Direito; se advém de nós mesmos a legitimidade para constituirmos as autoridades, quer governamentais ou meramente burocráticas; se somos nós que mantemos toda essa estrutura da coisa pública que criamos e aparelhamos para nos organizarmos; então, por que é que nós, enquanto povo e sociedade civil, não poderíamos participar direta e efetivamente da elaboração de políticas públicas que, em tese, dirigem-se, buscam atingir a nossa própria cotidianidade e realidade social?
Sensibilizados a questões nevrálgicas como estas, é que gestões de cunho eminentemente democrático e popular realizam as Conferências, nas etapas municipais, regionais ou nacionais. Assim, o Estado passa a exercer um papel ainda mais responsável e comprometido com a oitiva das opiniões que levantam as problemáticas e as soluções do prosaico de diferentes e representativas pessoas/lideranças/setores que, juntos, reverberam a voz da sociedade. Outrossim, são através de fóruns permanentes, de diálogos estreitos dos governantes com seus governados que as atividades estatais ganham maior inserção e densidade, consolidando, materialmente, o que a doutrina conhece por supremacia do interesse público.
É por meio de conferências como estas que diferentes entes estatais tem acertado em suas bandeiras. No caso da juventude, a atual Administração da Prefeitura Municipal de Anápolis elenca uma série de ações que atendem ao aspecto geracional desta casta social. Insta que a juventude requer um cuidado para si hoje, mas também exige um caráter permanente na desenvoltura de políticas que perpassam o rótulo taxativo dos governos e tangem as agendas de Estado. Derradeiro, os jovens de hoje podem não ser mais jovens amanhã, mas eis que jovens sempre exsurgem, e, bem por isso, alguns trabalhos são dignos de nota: Esporte Para Todos; Programa de Erradicação do Trabalho Infantil; Qualificar; ProJovem Adolescente; Cidadão do Futuro; ProJovem Trabalhador; Telecentro Comunitário; Excelência em Matemática; Expresso Digital; Casa Brasil; Centro de Recondicionamento de Computadores; Eu Faço Parte da Escola em Rede; ProJovem Urbano e tantos outros que nasceram nesse invólucro, nesse canal aberto e acessível que tem transformado e alcançado profundas mudanças históricas em Anápolis e em todo o Brasil.
Por fim, com relação a Conferência da Juventude que chega batendo às portas de Anápolis, ficamos na expectativa de que novos rumos, novos horizontes, novos caminhos e novas ideias possam bonificar essa gente que é o nosso futuro tão próximo e esperançoso de lograr aquilo que tantos, por tanto tempo vem claudicando: uma sociedade justa e solidária é possível!