Nas bilheterias Brasil a dentro, novos sucessos aparecem entre a galeria dos nacionais. Desta vez, o título “Assalto ao Banco Central!” vem com um grande elenco, roteiro policialesco, e recortes no tempo narrativo que mesclam a fantasia, a imaginação, o dionisíaco da arte quase idílica atrelada a um fato extraído das francas páginas da realidade histórica do País. Eis mais um longametragem que, fugindo à regra de outras experiências fílmicas verde amarelas, enfrenta com a sincera naturalidade o que Hollywood e o Cinema S (“studium, special effects and stars”) apresentou ao mundo.
É público e notório que, sobretudo no século XX, com vistas aos movimentos da envergadura do “cinema novo”, por exemplo, no Brasil, houve sempre esta denegatória de admitir que as melhores invenções da humanidade são oriundas dos Estados Unidos da América. Diga-se de passagem, a própria Casa Branca tem estudos que identificam o Brasil como o terceiro país no ranking do antiamericanismo no Globo. O jurisfilósofo Noberto Bobbio diria que, no continente americano, o socialismo somente não caiu em dois lugares: em Cuba e no pensamento da intelectualidade brasileira. Entretanto, é hipocrisia não admitirmos que o jeans que usamos, a coca-cola que adoramos, a democracia republicana que nos fortalece, a liberdade que tanto prezamos, nosso federalismo tão controvertido... tudo isso tem origem e influência dos Estados Unidos da América.
Derradeiro, nosso cinema agora consolida-se, e, não obstante, tem se encontrado muito bem, nas “superproductions”, ao estilo hollywoodiano e estadunidense de se fazer a sétima arte. Por melhor que sejam outros filmes brasileiros, nenhum fez uma leitura tão bem adequada do prosaico do sistema político nacional tal qual a superprodução “Tropa de Elite”, com a criação do implacável heroi, o Capitão Nascimento. Talvez nem mesmo o “Assalto ao Banco Central” consiga arrancar aplausos de uma sala de cinema como houve durante as emocionantes cenas protagonizadas por Wagner Moura. É inegável que, em que pese a forma romântica, a realidade tupiniquim é retratada, as sensações dos telespectadores são tocadas e a inventividade brasileira foi, enfim, maximizada no jeito estadunidense/hollywoodiano de ser.
E concluímos por entender que, por mais mercadológicas e massificadas que sejam determinadas obras, a originalidade e a universalidade das mesmas sobressaltam-se, ainda que da prateleira de um comércio do entretenimento. Bem por isso, sem maiores constrangimentos, vaidades ou tolices tipicamente de esquerda: Deus salve a América!
É público e notório que, sobretudo no século XX, com vistas aos movimentos da envergadura do “cinema novo”, por exemplo, no Brasil, houve sempre esta denegatória de admitir que as melhores invenções da humanidade são oriundas dos Estados Unidos da América. Diga-se de passagem, a própria Casa Branca tem estudos que identificam o Brasil como o terceiro país no ranking do antiamericanismo no Globo. O jurisfilósofo Noberto Bobbio diria que, no continente americano, o socialismo somente não caiu em dois lugares: em Cuba e no pensamento da intelectualidade brasileira. Entretanto, é hipocrisia não admitirmos que o jeans que usamos, a coca-cola que adoramos, a democracia republicana que nos fortalece, a liberdade que tanto prezamos, nosso federalismo tão controvertido... tudo isso tem origem e influência dos Estados Unidos da América.
Derradeiro, nosso cinema agora consolida-se, e, não obstante, tem se encontrado muito bem, nas “superproductions”, ao estilo hollywoodiano e estadunidense de se fazer a sétima arte. Por melhor que sejam outros filmes brasileiros, nenhum fez uma leitura tão bem adequada do prosaico do sistema político nacional tal qual a superprodução “Tropa de Elite”, com a criação do implacável heroi, o Capitão Nascimento. Talvez nem mesmo o “Assalto ao Banco Central” consiga arrancar aplausos de uma sala de cinema como houve durante as emocionantes cenas protagonizadas por Wagner Moura. É inegável que, em que pese a forma romântica, a realidade tupiniquim é retratada, as sensações dos telespectadores são tocadas e a inventividade brasileira foi, enfim, maximizada no jeito estadunidense/hollywoodiano de ser.
E concluímos por entender que, por mais mercadológicas e massificadas que sejam determinadas obras, a originalidade e a universalidade das mesmas sobressaltam-se, ainda que da prateleira de um comércio do entretenimento. Bem por isso, sem maiores constrangimentos, vaidades ou tolices tipicamente de esquerda: Deus salve a América!